Não há nada novo no que sou
Por todas as vezes que quis, brinquei com os sonhos
Criei sentidos
Tem de haver ao menos uma maneira pra se deixar à vida
De não deixá-la escapar
Um jeito de olharmos para o que não sabemos
Somos todos os mesmos modos
Criamos as mesmas ilusões
Não há nada de novo no mundo
Por onde corro encontro sempre o mesmo não
Não!
Não há nada que nos faça esquecer
Tudo tem um lugar
Tudo fica disponível
Todos os medos que nunca superamos
Não há nada de novo em não querer ser
Os círculos não têm fim
Sempre se volta de onde não se sai nunca
E sempre se vai
E tudo está escrito com as mesmas palavras
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